domingo, março 06, 2011

A Gazeta e o Twitter II

Dia desses vi na página 2 do jornal A Gazeta a reprodução de um tweet que me deixou chocado.
Era uma piadinha sobre o filme Bruna Surfistinha.
Se a piada era de mal gosto ou não, não cabe a mim julgar, mas não acho normal um jornal divulgar em suas páginas um texto com aquele tipo de linguagem.
Sou careta? Pode ser. Mas então vamos analisar por outro ângulo.
Na mesma edição, a capa do Caderno2 trazia uma matéria protestando contra o uso de palavrões na TV.
Se não foi falta de bom senso publicar o tweet, sem dúvida faltou coerência.
Ou, como eu disse no meu twitter a respeito disso, falta mesmo é um grande jornal no ES.
Uma pena.

A Gazeta e o Twitter

Quando abro o jornal diariamente (eles já conseguem me entregar agora) e vejo aquela seção com tweets diversos, penso em duas coisas:
1 - Eles deveriam fazer uma triagem e evitar publicar textos com erros de português. Mas, se eles nem fazem esta triagem para os textos jornalísticos que publicam, seria pedir demais.
2 - Como já ficou claro e eu comentei no outro post, eles não fazem nenhum tipo de monitoramenteo de mídias digitais. Então penso: de onde exatamente vêm aqueles tweets, e como são escolhidos?
Quase diariamente vejo mensagens de conhecidos e de pessoas que sigo.
Esses dias vi publicada ali uma mensagem que eu havia lido dias antes.
Ou seja, sem critério, sem velocidade, sem ineditismo. Aquilo serve pra quê, exatamente?

A Gazeta e Cesan - quem é a empresa de mídia?

Há algum tempo atrás publiquei aqui um texto falando do jornal A Gazeta, na época criticando algo relacionado a conteúdo. Depois, bem recentemente, falei do serviço de assinatura. Nas duas vezes mostrei insatisfação.
Também há pouco tempo falei sobre a CESAN e a burocracia de um processo interno - que, aliás, demorou bem mais do que o previsto, mas foi resolvido.
Nesta ocasião, recebi um contato com bastante rapidez de um funcionário da estatal que, em seu trabalho de monitoramento das mídias digitais descobriu meu problema e ofereceu ajuda.
Nunca aconteceu com A Gazeta.
Ou seja, eles não fazem, ao contrário da CESAN, monitoramento de mídias digitais. Surpresa? Pode ser para mim ou para você, mas não para meu amigo Antônio Carlos Soella, diretor da VGA Informática.
Dêem uma olhada no relato de um amigo comum, o Bernardo:

"Pepê, o nosso folclórico amigo Soella uma vez teve um problema parecido...
Ele fez a assinatura com a garantia que o jornal chegaria as 6:30, pois ele saía cedo para trabalhar em Aracruz. Como o acordado com o jornal não foi cumprido, o jornal só chegava após as 7:30, ele tentou por várias vezes cancelar a assinatura. De que adiantava ler o jornal do dia de noite? Como não conseguia cancelar a mesma, ele comprou um anúncio nos classificados do mesmo jornal vendendo sua assinatura, achando que com esse ato, a redação ou alguém que faça um controle do que é exposto filtrasse o anuncio dele e entrasse em contato...
Não é que o anúncio vendendo uma assinatura de A Gazeta foi publicado nos classificados de A Gazeta?
Alguns dias depois alguém do comercial entrou em contato com o Soella.... Provavelmente avisado pelo vizinho, que lê o jornal."

Coloquem a Taça das Bolinhas na B...

Apesar da presidenta Patrícia Amorim ter dito que a Taça não é importante (mas que vai brigar por ela até o fim), eu acho que é isso que deve ser feito:
Coloquem a Taça das Bolinhas na B... bela sala de troféus do FRAmengo, na Gávea (não coube tudo no título).
E digo isso por uma razão muito simples.
Imagine o pai Framenguista indo visitar a sede do clube com seu filho, menino inteligente e dedicado às aulas de matemática. O moleque vai correr a sala duas, três vezes, contando os troféus e não vai achar os seis de que seu pai sempre falou. Vai colocar em cheque sua capacidade matemática ou a honestidade do pai. Injusto.
(Baseado em fatos reais)

O próximo campeão brasileiro

Acho que o próximo Campeão Brasileiro vai ser o Malutrom. Ou o Juazeiro. Ou ambos.
- Mas o Malutrom não vai disputar o campeonato de 2011.
E quem disse que precisa disputar o próximo campeonato para ser o próximo campeão? Se o Framengo acabou de ganhar o campeonato brasileiro de 1987...
Para quem não sabe, em 1987, o campeonato foi dividido em módulos. O Sport foi o campeão de um módulo e o Framengo de outro. Este pipocou e não disputou o cruzamento. E agora virou campeão, junto com o Sport.
Aí que entra o Malutrom! Em 2000, a fórmula foi parecida, mas ninguém disse aos clubes que não precisava disputar o cruzamento para ser campeão, então eles se submeteram a estas partidas sem a menor necessidade.
Sendo assim, acho muito justo que o título de 2000 seja dividido entre os vencedores dos módulos Azul (Cruzeiro), Amarelo (São Caetano), Verde (Juazeiro) e Branco (Malutrom).
Com isso, o Vasco, que não fugiu dos confrontos, não "pipocou", seria prejudicado. Mas aí, sugiro criar a Taça dos Quadradinhos, ou a Taça dos Losangulinhos e dar ao Vasco. Como o primeiro time a ser campeão brasileiro...
Ah, sei lá por que motivo, mas seria injusto dar um título para os pipoqueiros da Gávea e deixar São Januário a ver navios. Ou caravelas, talvez.
A questão é que, se os rubro-negros têm, Malutrom e Juazeiro também têm direito ao seu título de campeões brasileiros!

O Framengo é campeão de 1987 e eu sou um idiota.

A CBF, através do todo-poderoso Ricardo Sarney Berlusconi Kadafi Teixeira, ignorou decisão judicial contrária e reconheceu o título do clube da Gávea de 1987. Junto com o Sport - ou seja, 1987 tem dois campeões.
E por que eu sou um idiota? Por que discuti esse tempo todo com Framenguistas que nunca tiveram certeza do título - se tivessem, não haveria tanta comemoração em Twitters e Facebooks e até no falecido Orkut.
Desisto, não discuto mais nem essa e nem a Copa Toyota!

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Brasil x França III

Eu ainda não tinha visto o Hulk jogar. Nem vi hoje, pois o Mano Menezes o colocou em campo faltando pouquíssimos minutos. Mas pelo pouco que eu vi, percebi o seguinte: trata-se de um jogador alto e muito forte, que jogou com muita vontade e disposição - características muito positivas principalmente para um centroavante, como é o caso dele. Isso é bom.
É, mas se por um lado ser alto e ter vontade é importante, por outro, aquele gol que ele perdeu certamente teria sido diferente se ele fosse um centroavante baixinho, que jogava com muita preguiça, não gostava de treinar, e tal...
Dá saudade do Baixinho nessas horas, não dá não?

Brasil x França II

Acabou o respeito.
Quarenta e poucos minutos do segundo tempo, França ganhando do Brasil, que jogava com um a menos. O meio de campo francês atrasa uma bola para a zaga e a torcida francesa vaia!
Queriam ir pra frente, queriam mais gols. Acabou o respeito pela amarelinha...

Brasil x França I

A seleção da França hoje humilhou a do Brasil.
Não, não vi o jogo, só os melhores momentos. Mas le bleu entraram em campo com uma camisa retrô lindíssima, ao contrário da seleção canarinho, que estreou um uniforme bastante feio - a faixa no peito não faz sentido e o que são aqueles números?
No placar, França 1x0; no figurino, França 10x0.

domingo, janeiro 30, 2011

A saga da assinatura de jornal

Já contei do esforço que tive que fazer para ser assinante de A Gazeta?
Uma menina do telemarketing deles me ligava insistentemente. Com educação, com bom senso, mas foi insistente - ponto pra ela. Resolvi assinar.
Passei todos os meus dados e, ao final, a supervisora veio conferir alguns dados, certificar-se de que eu tinha entendido as condições e me dar as boas vindas como assinante. Atendimento muito bom. O jornal chegaria em até quatro dias.
Não fiquei acompanhando o prazo, e um dia liguei perguntando se já deveria ter chegado. Mais uma vez fui muito bem atendido, e a moça explicou que o jornal deveria começar a chegar naquele dia, que iria acompanhar para que a entrega acontecesse a partir do dia seguinte.
Eu entendi que ela iria acompanhar internamente, via algum sistema, falar com a empresa que faz as entregas ou algo assim.
No dia seguinte o telefone tocou por volta das 7h30 - era uma moça do jornal, querendo saber se meu exemplar tinha chegado. Não, não tinha.
Essa rotina, com pequena variação de horário e exceção do domingo, continuou por toda a semana seguinte. Isso mesmo, no sábado inclusive. Neste dia eu não tinha a resposta, acabara de ser acordado por ela, mas ligaria assim que tivesse a notícia, como fiz - não chegou.
Numa das vezes que ligaram, pedi para falar com a supervisora, já que ela havia me dado as boas vindas, talvez pudesse me atender também para tratar do problema - e ela atendeu. Prometeu que daria uma solução até o meio-dia. Quando cheguei em casa para o almoço, lá estava o jornal - havia chegado por volta de 11h, 11h30. Pensei: moça competente essa!
Que nada. No dia seguinte não chegou de novo. Ou seja, ela mandou entregar o exemplar do dia, mas não resolveu o problema da entrega.
Num outro dia, acho que uma segunda-feira, quando voltaram a ligar, pedi para cancelarem a assinatura, pois aquilo só estava servindo para eles me ligarem diariamente e, na verdade, eu achei que tivesse assinado um jornal e não uma espécie de serviço de despertador.
Perguntei à moça se eles têm alguma briga interna entre quem vende assinatura e quem entrega, pois na minha visão seria muito mais fácil eles se falarem e entenderem se meu jornal foi entregue ou não e qual o motivo. Mais fácil do que me ligarem.
Por fim, dei uma sugestão: disse para evitarem esta prática de ligar para o cliente e checar se o jornal chegou. Afinal, todas as vezes que me ligaram, eu lembrava da incompetência deles e aquilo me irritava, coisa que não aconteceria se eles simplesmente me esquecessem.
A moça não tentou me demover da idéia de cancelar. Viu que eu já estava decidido e continuava irritado com o jornal. Me prometeu que seria cancelada e que nada seria cobrado de mim. Disse ainda que alguém entraria em contato dali a quatro dias para confirmação do cancelamento.
No dia seguinte chegou o primeiro jornal. Até hoje já foram entregues cinco. Ninguém me ligou para confirmar o cancelamento. Eu não liguei para "cancelar o cancelamento".
Acho que vou escrever para a "Dona Encrenca" (coluna de reclamações dos leitores do jornal A Gazeta) e contar a história.
Se bem que é melhor não arriscar - eles podem entender que estou reclamando do não cancelamento e eu fico sem jornal. Deixa quieto.