Há algum tempo atrás publiquei aqui um texto falando do jornal A Gazeta, na época criticando algo relacionado a conteúdo. Depois, bem recentemente, falei do serviço de assinatura. Nas duas vezes mostrei insatisfação.
Também há pouco tempo falei sobre a CESAN e a burocracia de um processo interno - que, aliás, demorou bem mais do que o previsto, mas foi resolvido.
Nesta ocasião, recebi um contato com bastante rapidez de um funcionário da estatal que, em seu trabalho de monitoramento das mídias digitais descobriu meu problema e ofereceu ajuda.
Nunca aconteceu com A Gazeta.
Ou seja, eles não fazem, ao contrário da CESAN, monitoramento de mídias digitais. Surpresa? Pode ser para mim ou para você, mas não para meu amigo Antônio Carlos Soella, diretor da VGA Informática.
Dêem uma olhada no relato de um amigo comum, o Bernardo:
"Pepê, o nosso folclórico amigo Soella uma vez teve um problema parecido...
Ele fez a assinatura com a garantia que o jornal chegaria as 6:30, pois ele saía cedo para trabalhar em Aracruz. Como o acordado com o jornal não foi cumprido, o jornal só chegava após as 7:30, ele tentou por várias vezes cancelar a assinatura. De que adiantava ler o jornal do dia de noite? Como não conseguia cancelar a mesma, ele comprou um anúncio nos classificados do mesmo jornal vendendo sua assinatura, achando que com esse ato, a redação ou alguém que faça um controle do que é exposto filtrasse o anuncio dele e entrasse em contato...
Não é que o anúncio vendendo uma assinatura de A Gazeta foi publicado nos classificados de A Gazeta?
Alguns dias depois alguém do comercial entrou em contato com o Soella.... Provavelmente avisado pelo vizinho, que lê o jornal."
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