quinta-feira, junho 02, 2011

1 ano sem terno (Culpa do Sabonete)

Essa história poderia começar em vários eventos diferentes, mas vou começar lá no ano 2000, quando fui para São Paulo e comecei a usar terno para trabalhar.
Depois que voltei, nas empresas em que trabalhei e o terno não era exigido, acharam uma boa ideia e ele passou a ser o traje oficial.
Resumindo, de lá pra cá, foram mais de dez anos usando terno quase todos os dias. Não é exagero, pois nos últimos anos, trabalhando no mercado imobiliário, não tinha muito essa de fim de semana.
Apenas para registrar, o terno não me incomodava. Além do costume, sempre entendi e defendi o uso do terno por razões diversas que não cabe explicitar agora.
Em meados de abril de 2010 me desliguei da Lopes e um tempo depois comecei na Incortel, onde não uso mais terno. Daí o título.

Mas o que o Sabonete tem a ver com isso?
Primeiro, para quem não sabe, Sabonete é o outro nome do Gustavo, diretor de atendimento da Lopes. Não é apelido. Para muitos é nome, mesmo, porque tem muita gente que o conhece e nem sabe o nome de batismo.
E foi por culpa dele que eu interrompi uma sequência de mais de um ano sem usar terno. Coloquei um terno no último sábado, 21 de maio de 2011, para atender ao convite que recebi dele e da Cláudia para ser, junto com a Fabiana, padrinho de seu casamento.
Fabiana e eu ficamos muito emocionados e lisonjeados com o convite, felizes de verdade. E é óbvio que aceitamos.

Gustavo, ou Sabonete, é um cara fantástico. Amigo de muitos, mas amigo como poucos.
De família traz algumas características louváveis, como o excesso de zelo com o outro, uma preocupação legítima, verdadeira, com aqueles de quem se gosta. A gente percebe isso na Flavinha, no Harris, na D. Wilma e no Sr. Pedro. É de berço, mesmo. A família já merece um carinho especial por isso.
Mas no caso do Sabão - Fabiana acha impressionante como alguém pode ter um apelido do apelido - tem outras coisas que me fazem admirá-lo ainda mais.
Antes de entrar no mercado imobiliário conversei com duas pessoas, uma delas o próprio. Então não seria errado dizer que ele também é meu padrinho.
Depois, num dos pontos mais altos da minha carreira (e terei outros), ele estava lá me "apadrinhando" de novo, para a minha entrada e minha "ascenção meteórica" na Lopes.
E aí eu conheci de fato o Gustavo profissional. Não surpreendeu notar que trouxe de casa ensinamentos - atencioso ao extremo, dedicado ao extremo, competente ao extremo.
Conhece o mercado e conhece corretagem como poucos, mas tem humildade suficiente para aprender sempre mais, com todos que o cercam. Sem se cansar de ensinar, o tempo todo, aos que passam por ele.
Exemplo. Do tipo "quando eu crescer, quero ser igual a ele".
Tá bom, trabalhando um pouco menos, se possível, pois ele exagera.

Sabão, queria deixar esta mensagem aqui para você dizendo que sou grato pelo convite e pela honra de ser seu padrinho de casamento, mas que eu já era grato antes, por tudo o que fez por mim profissionalmente. Devo muito a você e tenho certeza que tem um monte de gente que gostaria de pegar carona nestas palavras.

Por fim, como bom padrinho, que Deus abençõe a vida de vocês. Sempre.
Obrigado por tudo!

2 comentários:

Michel Torres disse...

Sabonete é uma figura singular. Não há como não gostar dele. É do tipo gente fina toda vida.

Tal como você, Pepê.

Vem cá, vocês são vascaínos mesmo? Não combina... ;)

Deus abençoe o casamento de Sabonete, o seu, e tudo o mais que vocês fizerem. Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender. Amém!

Claudio Tavares disse...

Concordo com o Michel. "Apesar" de vascaínos, são pessoas da melhor qualidade...rs. Aprendi muito com os dois e também sou grato pelas oportunidades que me deram.

Abraço!